do Comunique-se
O perfil da Revista Bula - publicação eletrônica de Goiás – sugeriu na rede social que um de seus seguidores não tinha cérebro. A situação se desenrolou no início da madrugada desta quinta-feira, 21/7, quando a revista comemorou a vitória do Corinthians sobre o Botafogo por meio de um post no Twitter que diz: “Ricardo Teixeira acaba de confirmar na rádio Globo que o Corinthians, a partir de agora, representará a seleção na temporada 2011/2014”.
O seguidor Leonardo Araujo (@Growdasky), aparentemente não gostou do tom do comentário e disse que daria “unfollow” no perfil. A revista não gostou da resposta, comentando de forma dura que “Anunciar unfollow é como dizer: não tenho cérebro”, afirmou a publicação.
O seguidor Leonardo Araujo (@Growdasky), aparentemente não gostou do tom do comentário e disse que daria “unfollow” no perfil. A revista não gostou da resposta, comentando de forma dura que “Anunciar unfollow é como dizer: não tenho cérebro”, afirmou a publicação.
Leonardo Araújo é estudante de Jornalismo e mora na capital paulista. Em conversa com a reportagem do Comunique-se, ele disse ter se sentido extremamente desrespeitado com a atitude da Revista Bula.“Fiquei bastante indignado. Primeiro pelo tweet, porque se você é um meio de comunicação, não deve usar o perfil para emitir opiniões pessoais. No caso dele, foi torcer pelo Corinthians, mas isso valeria para qualquer outra situação. Pra esse tipo de coisa, deve ser usado o perfil pessoal, para separar as coisas. Quando eu vi o post deles, decidi que iria deixar de seguí-los, mas numa boa e por isso avisei que iria dar “unfollow”, e eles foram muito, digamos, grosseiros”, diz ele.
O estudante reforça que não fez nada com o objetivo de ser mal-educado e que por isso, ficou surpreso com a reação dos profissionais da publicação. “Fiquei bem chateado, nervoso mesmo. Nenhum profissional faz isso. Não é porque eu sou um entre os 20 mil seguidores que eles podem me tratar assim, não se trata ninguém desse jeito. É muita falta de respeito. Eu conheci a revista por causa dos tweets dos meus colegas e quis seguir, porque achei legal. Mas depois dessa reação, caiu no meu conceito, completa Leonardo Araujo.
Procurados pela redação do Portal Comunique-se, os editores da Revista Bula ainda não se pronunciaram.
Deslizes nas redes sociais
Ofensas gratuitas, mensagens truncadas e afins são mais comuns do que se pensa na relação entre a mídia, jornalistas e outros nos veículos de comunicação. Por isso, ficar atento ao que se escreve nos 140 caracteres pode salvar reputações e empregos.
Casos como o da assessoria de comunicação americana The Redner Group, que ameçou um grupo de jornalistas por eles terem falado negativamente a respeito de um de seus clientes, a 2K Games, e da apresentadora da Rede TV! Sônia Abrão, que xingou um internauta por ele ter ironizado a morte das crianças no massacre de Realengo (RJ) no início deste ano, dizendo que ela teria assunto por um longo período devido ao incidente, são provas cabais de como a relação entre comunicador e receptor é delicada e muitas vezes, impensada.
Devido as manifestações dos internautas, empresas se viram na parede para retirar campanhas do ar - como foi o caso da Arezzo e a coleção “Pele Mania”, que usava pele de animais silvestres e por conta disso, despertou a ira dos consumidores.
Na política nacional, o Twitter e outras redes sociais são motivo de dor de cabeça e atenção redobrada. Dois casos emblemáticos marcam a blogsfera nacional, como o caso da ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, que retuitou sem perceber em seu perfil no Twitter críticas a alguns políticos, inclusive ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) sem perceber. Outra situação foi a funcionária terceirizada que questionou, no perfil oficial do órgão no Twitter, quando Sarney iria se aposentar, em fevereiro de 2011.
Procurados pela redação do Portal Comunique-se, os editores da Revista Bula ainda não se pronunciaram.
Deslizes nas redes sociais
Ofensas gratuitas, mensagens truncadas e afins são mais comuns do que se pensa na relação entre a mídia, jornalistas e outros nos veículos de comunicação. Por isso, ficar atento ao que se escreve nos 140 caracteres pode salvar reputações e empregos.
Casos como o da assessoria de comunicação americana The Redner Group, que ameçou um grupo de jornalistas por eles terem falado negativamente a respeito de um de seus clientes, a 2K Games, e da apresentadora da Rede TV! Sônia Abrão, que xingou um internauta por ele ter ironizado a morte das crianças no massacre de Realengo (RJ) no início deste ano, dizendo que ela teria assunto por um longo período devido ao incidente, são provas cabais de como a relação entre comunicador e receptor é delicada e muitas vezes, impensada.
Devido as manifestações dos internautas, empresas se viram na parede para retirar campanhas do ar - como foi o caso da Arezzo e a coleção “Pele Mania”, que usava pele de animais silvestres e por conta disso, despertou a ira dos consumidores.
Na política nacional, o Twitter e outras redes sociais são motivo de dor de cabeça e atenção redobrada. Dois casos emblemáticos marcam a blogsfera nacional, como o caso da ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, que retuitou sem perceber em seu perfil no Twitter críticas a alguns políticos, inclusive ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) sem perceber. Outra situação foi a funcionária terceirizada que questionou, no perfil oficial do órgão no Twitter, quando Sarney iria se aposentar, em fevereiro de 2011.

É mt mimimi pra um bando de adulto. Fala sério.
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